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Cirurgias oftalmológicas

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Paciente posicionada para cirurgia oftalmologica

Especialidade: Catarata

Cirurgia de catarata

Especialidade: Glaucoma

Trabeculoplastia a laser seletiva
Iridotomia a laser
Trabeculectomia
Tubos de drenagem
Cirurgia de glaucoma minimamente invasiva (MIG)

Especialidade: Plástica ocular

Blefaroplastia
Cirurgia de ptose palpebral
Cirurgia de pterígio
Correção de ectrópio e entrópio
Correção de lagoftalmo
Punctoplastia
Reconstituição de vias lacrimais
Dacriocistorrinostomia
Retirada de tumores palpebrais e conjuntivais

Especialidade: Estrabismo

Cirurgia de estrabismo

Especialidade: Córnea

Cirurgia refrativa

A oftalmologia é uma especialidade que envolve muita tecnologia. Afinal, seus avanços são rápidos e constantes. São dezenas de exames complementares, realizados por aparelhos avançados, que auxiliam no diagnóstico das doenças oculares.

Com as cirurgias não é diferente. Muitas delas dependem de equipamentos modernos que aumentam a segurança e melhoram os resultados dos procedimentos.

Conheça um pouco mais sobre as cirurgias oculares mais comuns:

 

Especialidade: Catarata

A cirurgia de catarata é feita utilizando a técnica de facoemulsificação, sob anestesia local e sedação leve. É um procedimento delicado, que envolve uma aparelhagem extremamente moderna e um cirurgião bem treinado.

Por meio de uma pequena incisão corneana (aproximadamente 2,0 mm), o cirurgião abre a cápsula do cristalino e realiza a emulsificação e aspiração da catarata. A lente intraocular é implantada dentro da cápsula para maior estabilidade. Não é necessária sutura da incisão.

Esta técnica cirúrgica tem excelentes resultados, desde que realizada por um cirurgião experiente. Na literatura, são descritas taxas de sucesso em torno de 98%.

 

Especialidade: Glaucoma 

Existem vários tipos de procedimentos para tratar o glaucoma e, muitas vezes, são usados em associação:

Trabeculoplastia a laser seletiva 

A trabeculoplastia seletiva (SLT) utiliza o Yag laser. Sua função é estimular as células a fazerem uma limpeza do trabeculado, melhorando a drenagem do humor aquoso.

Eficaz em 70 a 80% dos olhos tratados, consegue uma redução de f20 a 30% da pressão ocular, observada após 2 ou 3 meses após o procedimento. O efeito tem duração de 1 a 5 anos.

Iridotomia a laser 

Indicada para pacientes portadores de ângulo estreito, mesmo que não apresentem glaucoma. Nestes casos, existe risco de bloqueio do trabeculado pela íris, e de glaucoma agudo.

A iridotomia cria um orifício de passagem na íris que comunica as câmaras anterior e posterior, o que previne que a íris obstrua o sistema de drenagem do olho.

Trabeculectomia 

Cirurgia de glaucoma mais realizada em todo o mundo, a trabeculectomia convencional é eficaz em até 90% dos casos. Ela cria uma via alternativa de drenagem, que leva o humor aquoso para o espaço subconjuntival. Por outro lado, é uma cirurgia que apresenta vários riscos e complicações, além de algumas vezes não ser definitiva.

Em alguns pacientes, o processo de cicatrização faz com que, ao longo dos anos, a pressão volte a subir e o paciente precise novamente de colírios, ou outro procedimento.

Tubos de drenagem 

Indicados quando a trabeculectomia não foi eficiente, ou quando ela não é possível (em casos de conjuntivas excessivamente cicatrizadas, por exemplo). O tubo mais utilizado mundialmente é o de Ahmed.

Cirurgia de glaucoma minimamente invasiva (MIG) 

A busca por uma cirurgia de glaucoma mais segura levou ao desenvolvimento de minúsculos dispositivos de drenagem. Feitos de material biocompatível, eles são implantados no trabeculado e escoam diretamente para o canal de Schlemm, sistema de drenagem natural do olho.

O pioneiro entre eles foi o iStent, que consegue uma redução moderada da pressão (entre 15 e 25% (vídeo)). Existem outros tipos de dispositivos capazes de drenar o humor aquoso para o espaço supracoroideano (acima da coróide), ou para o espaço subconjuntival (entre a esclera e a conjuntiva).

Frequentemente implantados durante uma cirurgia de catarata, causam mínimo trauma, são muito seguros e a recuperação pós operatória é rápida.

 

Especialidade: Plástica ocular 

Blefaroplastia 

A blefaroplastia, ou cirurgia plástica estética das pálpebras, é um procedimento rápido, realizado sob anestesia local e sedação. 

É indicada para remover o excesso de pele (dermatocálase) e bolsas de gordura palpebrais, restaurando os contornos naturais e melhorando a aparência do rosto.

O pós-operatório normal é tranquilo e indolor, exigindo apenas um repouso relativo, compressas geladas e cuidados com a lubrificação ocular.

Cirurgia de ptose palpebral

A ptose palpebral é a queda da pálpebra superior, que passa a recobrir uma parte maior da córnea e, muitas vezes, da pupila. Ela pode ser congênita ou adquirida. 

Na forma congênita, o bebê nasce com a ptose, que geralmente é causada por uma distrofia do músculo elevador da pálpebra, ou por uma alteração do nervo. 

A causa mais freqüente de ptose adquirida é a desinserção do músculo elevador da pálpebra, resultante da involução e afilamento dos tecidos com o processo de envelhecimento. Outras causa são: doenças musculares, neurológicas ou traumas. A presença de lesões como tumores, ou mesmo o inchaço da pálpebra, podem resultar em ptose mecânica.

O tratamento da ptose, na maioria das vezes, é cirúrgico. No bebê, a cirurgia deve ser realizada precocemente se houver risco de perda visual.

Existem várias técnicas para corrigir a ptose palpebral, de acordo com a causa e alterações associadas.

Cirurgia de pterígio

Existem várias técnicas cirúrgicas para a remoção cirúrgica do pterígio. Porém, a que apresenta os melhores resultados é a retirada seguida de um enxerto de conjuntiva removido de outra região do mesmo olho. Para a fixação do enxerto, podem ser utilizados pontos ou cola biológica.

O procedimento é simples, realizado sob anestesia local e dura em torno de 30 minutos. 

A principal complicação da cirurgia de pterígio é a recidiva, que ocorre em cerca de 1 a 5% dos casos operados pela técnica descrita acima. 

Correção de ectrópio e entrópio

A correção do ectrópio e entrópio é uma cirurgia realizada sob anestesia local e sedação. É um procedimento rápido e a técnica utilizada depende da sua causa.

Está indicada quando temos um posicionamento alterado das pálpebras. Na maioria das vezes, acomete as pálpebras inferiores e gera desconforto, lacrimejamento, ardência e olhos vermelhos.

A correção é feita para reposicionar as pálpebras, o que melhora a drenagem da lágrima, além de evitar ceratites (ferida na córnea) e infecções causadas pela exposição ocular.

O pós-operatório habitualmente é tranquilo, requer compressas geladas, repouso relativo e uso da medicação indicada.

Correção de lagoftalmo

Lagoftalmo é a incapacidade de fechar os olhos. Na maioria das vezes, é causada por uma paralisia do nervo facial, responsável por estimular o músculo que fecha as pálpebras.

O tratamento inicial é feito com pomadas e lubrificação para proteger os olhos da exposição, o que evita ceratite (ferida na córnea) e infecções.

O tratamento definitivo é a correção cirúrgica. Em geral, é realizada sob anestesia local e sedação. A técnica cirúrgica escolhida depende de cada caso. Entre as opções, podem ser realizados a tarsorrafia (fechamento parcial das pálpebras), o implante de peso de ouro entre outros.

O pós-operatório normal é indolor, exige compressas geladas, repouso relativo e atenção especial à lubrificação dos olhos.

Punctoplastia

Punctoplastia é a cirurgia realizada para a abertura do ponto lacrimal quando esta se encontra obstruída.

Os pacientes que apresentam o ponto lacrimal ocluído queixam-se de epífora (lacrimejamento constante) e, após a cirurgia, a drenagem da lágrima é restabelecida com a melhora deste sintoma.

É uma cirurgia rápida, feita sob anestesia local apenas. O pós-operatório é indolor e não requer repouso, apenas compressas geladas e cuidados na instilação de colírio de antibiótico para evitar infecção.

Reconstituição de vias lacrimais

A via lacrimal conecta o olho ao nariz e é responsável pelo escoamento da lágrima.

A obstrução ou o defeito na via lacrimal causa o lacrimejamento constante e até mesmo secreção e infecções, dependendo do local onde a obstrução se encontra. Ela pode ser congênita ou adquirida.

A reconstituição da via lacrimal é a cirurgia que corrige essas obstruções ou defeitos, habitualmente feita sob anestesia local. Pode ser necessário o uso de uma sonda de silicone, que permanece temporariamente para manter a nova via criada aberta durante o período de cicatrização.

O pós-operatório, em geral, é tranquilo e indolor, requer repouso relativo e uso de colírio de antibióticos.

Dacriocistorrinostomia

É a cirurgia que visa desobstruir as vias lacrimais por meio da criação de nova comunicação entre o olho e o nariz, o que restabelece o escoamento da lágrima.

Ela está indicada quando o entupimento ocorre nas porções mais baixas do canal lacrimal. É comum o paciente portador dessa obstrução apresentar secreção e pus nos olhos, e frequentes infecções no canal lacrimal, além do lacrimejamento constante.

A cirurgia pode ser feita pela via externa, por meio de um pequeno corte na pele da base do nariz, ou por via endoscópica, por dentro do nariz.

A anestesia, geralmente, é local com sedação, mas em alguns casos pode ser necessária anestesia geral.

Usualmente, é deixada uma sonda de silicone na nova via para mantê-la aberta durante o período de cicatrização (aproximadamente 3 meses). Contudo, a sonda é quase imperceptível para o paciente, além de gerar pouco incômodo e desconforto.

O pós-operatório habitual é pouco doloroso, requer repouso relativo, compressas geladas e uso de analgésicos e antibióticos orais.

Retirada de tumores palpebrais e conjuntivais

Tumores palpebrais e conjuntivais são lesões que acometem as pálpebras e conjuntivas (película branca que recobre os olhos). Essas lesões podem ser benignas, tais como papilomas (verrugas), nevo (pintas), calázios, hidrocistomas, ou até mesmo malignas.

Essas lesões devem ser avaliadas quanto ao tamanho, velocidade de crescimento, localização e se causam prejuízo na função visual ou desconforto estético. Nesses casos, podemos optar pela retirada cirúrgica dessas lesões. Em caso de suspeita de malignidade, a retirada se torna obrigatória.

O procedimento é realizado sob anestesia local, em regime ambulatorial, sem necessidade de internação hospitalar. A recuperação é rápida, indolor, e requer repouso de poucos dias, além do uso da medicação indicada.

 

Especialidade: Estrabismo

Cirurgia de estrabismo

A cirurgia do estrabismo tem o objetivo de alinhar os olhos e melhorar a estética do paciente. Adultos e crianças podem ser submetidos ao procedimento, realizado sob anestesia geral ou local (bloqueio peribulbar).
O alinhamento é conseguido através de enfraquecimento ou reforço dos músculos extra-oculares. Temos um total de seis músculos em cada olho, quatro retos e dois oblíquos. O planejamento da cirurgia é feito de acordo com o tipo de estrabismo e o tamanho do desvio ocular. Existem diversas técnicas cirúrgicas, mas a maioria usa fios de sutura absorvíveis. Dessa forma, os pontos não precisam ser retirados após a cirurgia.
No período pós-operatório, podem ocorrer: vermelhidão ocular, sensação de areia, visão dupla e embaçamento. Esses sintomas são transitórios e melhoram rapidamente. Recomenda-se evitar atividades físicas por um período de 30 dias após a cirurgia.

 

Especialidade: Córnea 

Cirurgia refrativa 

A cirurgia refrativa tem o objetivo de corrigir as ametropias (grau) do paciente e melhorar a sua visão, dispensando ou minimizando o uso de óculos ou lentes de contato. 

O tipo de cirurgia refrativa mais utilizado no mundo é o Excimer laser, que pode ser feito por duas técnicas: PRK ou LASIK. É um procedimento seguro e tem ótimos resultados, quando respeitadas as indicações e quando bem planejado e executado.

Antes de se submeter a uma cirurgia refrativa, o paciente deve realizar alguns exames complementares para assegurar a integridade e a saúde da córnea antes do procedimento, minimizando assim o risco de complicações após a cirurgia:

  • topografia de córnea;
  • paquimetria;
  • tomografia de córnea.

Pacientes portadores de alterações corneanas não devem ser submetidos à cirurgia a laser para correção do grau. Em pacientes com ceratocone, o procedimento também não é indicado, devido ao risco de piora da doença pré-existente. 

 

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